TECNISA é destaque na Revista Exame sobre case de Open Innovation e Crowdsourcing
Mais de 35% das vendas TECNISA começam por meio da internet e redes sociais. O portal de Open Innovation, TECNISA ideias, que possui quase 2 anos, já recebeu 1955 ideias sendo que 32 delas já passaram pelo crivo e estão no processo de implementação. A ideia vencedora foi um painel para medir o consumo da energia elétrica em tempo real e individualmente dentro de casa, e o melhor, em reais.
Recentemente lançamos o desafio baseado em Crowdsourcing com o Zooppa e We do Logos onde os competidores podem criar anúncio sobre Consumo Colaborativo e tapumes artísticos para obras. Companhia ainda lançará, em breve, aplicativo de consumo colaborativo para o Facebook – O aplicativo possibilita a troca e o uso comunitário de itens que poderão ser emprestados entre grupos de vizinhos de condomínios da TECNISA, colegas do trabalho, grupo do inglês, academia, entre outros.
Pensando como potencializar a vantagem competitiva a cada 15 dias, recebemos pequenas, médias e grandes empresas inovadoras para reuniões de 20 minutos, para esse projeto demos o nome de FAST DATING. Desde o primeiro encontro, 253 projetos foram avaliados e 11 negócios fechados. O mais promissor é com uma empresa que instala pás eólicas no alto dos edifícios.
A TECNISA sempre imprimiu como diferencial da marca a disposição de inovar continuamente em todas as áreas, desenvolvendo estratégias de crowdsourcing e open innovation.
“Quanto mais pessoas participarem, maior a nossa chance de acertar o alvo” diz Romeo Busarello, diretor de ambientes digitais e inovação da TECNISA.
Marcelo Trevisani
Especialista de e-Business e Social Media da TECNISA.
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Enviado por Carlos
Em 26 de junho de 2012
A Tecnisa me parece uma grande construtora e com bons diferenciais. Mas o que me entristece em viver no Brasil é que a Tecnisa assim como todas as contrutoras (esquecendo todos os demais assuntos do Brasil que são problemas) se aproveita do plano Minha Casa Minha Vida e coloca empreendimentos que não deveriam valer mais de 120 mil reais a valores estratoféricos para obter mais lucro e não entrar no plano Minha Casa, Minha Vida. Flex Imigrantes, Flex Paulicéia, são exemplos. Cobrar 4500 reais no m2 beira o absurdo e o doentio. 180 mil reais em um apartamento de 40 e poucos m2, sem varanda, soa absurdo. As pessoas continuam comprando, mas até quando? Que venha a bolha imobiliária para acabar com esse problema e derrubar os preços a níveis decentes e aceitáveis. Gostaria que uma construtora tivesse a decência de tomar a atitude de ser diferente e não buscar apenas lucros estratosféricos, e cobrar o justo, ser diferente, mudar, criar uma campanha. Gostaria de comprar um apartamento, mas, cada vez mais, por causa do Minha Casa Minha Vida (que deveria ajudar, e não piorar as coisas), fica dificil e dificil. Mas a bolha imobiliária virá, cedo ou tarde. Basta esperar. Afinal, nenhuma empresa vai dar um passo a frente… Todos querem apenas lucros.
Enviado por TECNISA é destaque na revista consumidor moderno - Blog Tecnisa
Em 4 de julho de 2012
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