Blog Tecnisa - Mais construtora por m²

29 nov | 06

O mercado de luxo ? parte 2

Por Carlos Alberto Julio Junior

Este espaço do Blog foi reservado para todos os ouvintes do podcast da Tecnisa. Aqui você pode deixar seu comentário, tirar dúvidas, dar sugestões, criticar e elogiar o seguinte Podcast: O mercado de luxo ? parte 2.

O diretor do portal Taste, Gabriel Pupo Nogueira, fala nesta segunda parte deste bate papo sobre a relação do mercado de luxo com a internet nos dias atuais, que ainda não é tão expressivo devido ao valor da experiência de compra que este mercado exige e que a internet não pode proporcionar.

Clique no link abaixo e saiba mais sobre esta entrevista!
http://www.tecnisa.com.br/podcast

If you enjoyed this post, please consider leaving a comment or subscribing to the RSS feed to have future articles delivered to your feed reader.
Compartilhe
com seus amigos
Outras opções
de compartilhamento

Carlos Alberto Julio Junior

Fique ligado em tudo o que acontece nesse post. Clique aqui

Fechar
  • Enviado por Luz Vaalor

    Em 11 de dezembro de 2006

    104 ? ALSHOP NOTÍCIAS NOVEMBRO ? 2006
    P O R L ÿ C I A TAVA R E S
    fi que por dentro – CJE
    ALSHOP
    um líder de tendências de comportamento e consumo,
    ?primeiro os ricos fazem, depois todos copiam?,
    afi rmou Luz.
    O preço defi ne o luxo contemporâneo? Luz respondeu
    que não, porque ?evoluímos da mera ostentação ? a
    do ter ? para uma forma de luxo aplicada a valores
    ? a do ser. Quando o consumidor passar a ser o coautor
    da marca de sua preferência (incorporando-lhe
    valores socialmente aceitáveis) e exigir que o produto
    seja politicamente correto, a exorbitância no preço
    traduz-se em aspectos desfavoráveis à sua imagem.
    De acordo com Luz, recente pesquisa realizada nos
    Estados Unidos mostrou que 90% dos
    consumidores pensam que o luxo não é
    comprar coisas caras ou a marca mais
    exclusiva, mas sim ter coisas que traduzam
    um comportamento inteligente de consumo,
    coerente, por exemplo, com atitudes
    de bem estar e consciência social. Um
    exemplo dessa tendência de comportamento
    no mercado brasileiro, segundo a
    consultora, foi a H.Stern ter redesenhado o
    mercado mundial de joalheria ao abandonar
    a clássica idéia de ?ter uma jóia é ter um
    diamante?, para criar peças com pedras brasileiras de
    menor custo. Essas jóias estão hoje num dos endereços
    mais nobres do planeta, a La Croisette, famosa vitrine
    de Cannes, ponto de encontro de pessoas famosas
    e milionárias; além de outras 160 lojas espalhadas
    pelo mundo.
    Lembrado o caso das sandálias Havaianas, de tão
    baixo custo no Brasil, mas um verdadeiro trading up
    de marca nos mercados norte-americano e europeu,
    com preços chegando à casa dos US$ 150 o par
    estilizado, Luz concluiu que ?vivemos num país onde
    as pessoas têm muita difi culdade em conseguir se
    posicionar e ascender socialmente, então precisamos
    ajudá-las ter um comportamento de luxo inteligente
    e sem ostentação, mas com bem estar, elegância e
    comportamento humanitário?, concluiu.
    Associar bom gosto a valores como ética e cultura são
    as premissas básicas nas ações do mercado do luxo
    contemporâneo. Isso é o que afi rma a consultora de
    varejo especializada em pesquisas de tendências do
    mercado premium, Luz Vaalor, palestrante na reunião
    do Conselho de Jovens Empresários (CJE) da Alshop,
    no dia 3 de outubro.
    O luxo das cortes européias entre os séculos XVII e XVIII
    era baseado em ?ter? o melhor e o mais exclusivo entre
    obras de arte, jóias, móveis, tecidos, propriedades e
    demais valores que estavam ao alcance unicamente
    de membros de uma classe conservadora,
    situada no topo da pirâmide social. Seu
    conceito estava inserido nos atributos,
    qualidades e característica daquilo sobre
    o que se tinha posse.
    Já o luxo contemporâneo, segundo a
    consultora, deixa de ter como objeto o
    produto em si e desloca-se para o subjetivo
    universo do consumidor, repleto
    de sentimentos, necessidades e valores
    que envolvem especialmente o aprimoramento
    sociológico do indivíduo. Hoje envolvido em
    questões como responsabilidade social e ecológica,
    o consumidor tem parâmetros para avaliar produtos
    ou serviços que, além de ?lhe tocarem o coração?
    respondam à sua preocupação com valores essenciais
    à própria ?moral da marca?, envolvendo pontos como
    a integridade da origem e da confecção dos produtos.
    E mais: não há mais o aspecto de exclusividade da
    posse do produto. Há, sim, o aspecto da mobilidade
    social da aquisição entre as classes, porque a evolução
    natural do mercado contemporâneo ? massifi cação do
    consumo ? apregoa que ?o luxo de hoje torna-se a
    necessidade do amanhã?. Sendo o mercado do luxo
    Mercado do luxo consciente
    De acordo com a convidada do mês do CJE, a consultora Luz Vaalor, ?evoluímos da mera
    ostentação ? a do ter ? para uma forma de luxo aplicada a valores ? a do ser?.
    Nos EUA, 90% dos consumidores pensam que o luxo não é
    comprar coisas caras ou a marca mais exclusiva, mas ter coisas
    que traduzam um comportamento inteligente de consumo. ? ?
    Luz Vaalor, especialista em
    mercado ?premium?.

  1. *

    Click to hear an audio file of the anti-spam word

Receba as atualizações desse post.
Escolha uma das opções abaixo:

celular

Cadastre seu número de celular e receba grátis um alerta a cada novo comentário inserido neste post

Para descadastrar seu celular clique aqui

e-mail

Cadastre seu e-mail e receba um alerta a cada novo comentário inserido neste post

Para descadastrar seu e-mail clique aqui

RSS

Assine o RSS e receba grátis um alerta a cada novo comentário feito nesse post.

assine

fechar